A ONU E O IRREFREÁVEL LOBBY GAY


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL

Já é de tempos remotos causar surpresa ou estranhamento a Organização das Nações Unidas (ONU) centralizar colossais esforços e recursos públicos em defesa da causa gay, enquanto milhões de outros seres humanos sofrem as mais perversas atrocidades à revelia dos Estados. Ressalte-se: todo ser humano tem o direito de ser protegido, sob diversos ângulos. O que aqui se critica é a concentração de esforços em prol de uma causa completamente minoritária e já protegida pelo Estado, como a qualquer outro cidadão de bem, fundada em dados fictícios, simulados, superestimados e desprezíveis se cotejados com outras calamidades sociais presenciadas no mundo.
 
Pois bem, o que aqui se introduz tem como fonte recém "estudo" apresentado pela ONU entitulado: Homofobia e transfobia custam bilhões à economia global. Segundo aquela Desorganização, a homofobia e a transfobia causam prejuízos globais e anuais de $ 32 bilhões, segundo estudo do Banco Mundial e divulgado pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU. Ainda segundo o "estudo", este prejuízo global "se dá em grande parte pelo desperdício de recursos humanos que o preconceito gera na sociedade".
 
O que a ONU não afirma é a dimensão deste preconceito, que é mínima, restrita a indivíduos que formam ampla minoria, não representando sequer mínima parcela da sociedade. A informação de uma sociedade preconceituosa é malformatada, desinformativa, vil, falaciosa, preconceituosa. Poucos são os indivíduos efetivamente preconceituosos. A extensa maioria, utilizando-se de mandamentos éticos e morais, respeita os gays e suas escolhas sexuais, dentro da sua individualidade como ser humano.
 
Mas o artigo vai além em sua torpeza ao afirmar que "pessoas LGBT consideram o suicídio em algum ponto da vida numa incidência quatro vezes maior que a do resto da população". O texto, sem maiores perversidades numa leitura rápida, transfere todas as características suicidas dos gays ao preconceito da sociedade. Em outros termos, a ONU afirma que a sociedade é a grande vilã dos suicídios praticados pela comunidade gay, mas despreza os diversos sintomas psicopatológicos decorrentes da própria questão da homossexualidade.
 
Percebam que praticamente todos os dados e valores são fundados no sentimentalismo, na vitimização dos gays. A causa gay é norte de atuação da ONU, confirmado pelo próprio documento ao afirmar que "o combate à discriminação [...] uma das principais preocupações da ONU" que incentiva claramente que os "países desenvolvam legislações para reprimir o preconceito em suas populações", embora praticamente todas as nações democráticas possuam legislação repressiva a crimes contra à vida, a dignidade sexual e a liberdade sexual, independentemente da orientação, já que todos são iguais perante a lei. Preconceito é propor-se a criminalização dos que discordam respeitosamente da escolha sexual de outro indivíduo. Crime comete a ONU ao propor tal desmedida.
 
Isto posto, permanece questionamento a ser respondido pela mesma ONU: qual o desperdício financeiro mundial, quais os prejuízos sociais ante os milhares de assassinatos anuais vivenciados no Brasil, gerando brutais prejuízos ao Estado, que arca com assistência social à família do assassino e do assassinado? Qual a dimensão dos prejuízos morais sofridos pela família do assassinado? Quanto, em bilhões de dólares, pode ser calculado o dano decorrente da ausência de política pública de combate ao tráfico de drogas e armas, desencadeando devastação social generalizada? Qual o valor em dólares do estrago social em decorrência da ausência de política pública mais efetiva da ONU no combate à prática do aborto, com 63 milhões de fetos assassinados desde 1973, só nos EUA?
 
Estes valores a serem respondidos, mesmo que contabilizados pela ONU, não derivam da real importância que os temas têm naquele Órgão Internacional, mais preocupado em manter e aprofundar o caos mundial, camuflando-se maliciosamente sob o manto dos "Direitos Humanos".


Brasil, 10 de dezembro de 2015.