O CAOS NA SAÚDE PÚBLICA DO BRASIL: BREVES COMENTÁRIOS


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL

Neste 22 de dezembro de 2015, reportagens veiculadas em diversos canais de TV mostraram o caos na saúde pública do Rio de Janeiro. Este mesmo caos ocorre em diversas outras capitais e cidades do interior do Brasil, mesmo sem a abordagem tão ampla quanto a da capital carioca. Mas sendo o Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa  e uma das mais importantes capitais do país a vítima da vez, os meios de comunicação não poderiam deixar de noticiar. As cenas apresentadas nos noticiários remontam a piores cenários se comparados a uma guerra: hospitais especializados sem atendimento ao público; emergências sendo lacradas com tapumes; enfermeiras chorando em face da impossibilidade material de prestar socorro a pacientes; e os mais afetados: pacientes, muitos em estado grave, tendo que retornar a seus lares ainda doentes, sem qualquer atendimento prestado pelo Estado.
 
E qual a origem desta conjuntura caótica, desta desordem? A resposta é das mais simples: a corrupção institucionalizada no Brasil pelo Partido dos Trabalhadores.
 
Os bilhões de reais de recursos públicos desviados por diversos investigados, muitos deles do partido do Governo e de sua base aliada, são os bilhões de reais que deixam de ser destinados à saúde pública brasileira. Os desumanos desvios de recursos públicos estão MATANDO brasileiros nas portas e dentro de hospitais e Unidades de Pronto Atendimento, seja por epidemias ou pela falta de atendimento médico com mais qualidade. O cenário torna-se pior quando se constata que muitos médicos e demais profissionais de saúde trabalham meses a fio sem o recebimento de salários e demais benefícios, utilizando-se de parcos materiais necessários para a realização do trabalho, já que não repostos na quantidade e qualidade necessárias ao básico atendimento hospitalar.
 
Mas há motivos para esta situação não mudar: a continuidade do desvios de recursos públicos e a grande maioria dos cidadãos não conseguir efetuar o vínculo social da ação criminosa nas estatais brasileiras com a negação de seu atendimento em um posto de saúde, centro médico ou hospital. Por vezes estes revoltam-se pelo não atendimento, mas têm extrema dificuldade ou incapacidade de unir os fatos históricos: desvio de recursos públicos em escala descomunal na era Lula-Dilma versus caos no atendimento público de saúde.
 
Cabe aos que entendem o atual cenário vivenciado informar, alertar e explicar aos demais cidadãos desorientados. Devem instruir-lhes que a dificuldade enfrentada na busca por atendimento público de saúde é consequência direta do excessivo desvio de dinheiro público. Em linguajar mais acessível: roubou-se tanto neste últimos 10 anos; pessoas ligadas ao Governo foram tão beneficiadas com o dinheiro furtado do bolso de cada cidadão brasileiro, que o Brasil não tem os recursos necessários para prestar um serviço de saúde de qualidade.
 
Queiram ou não queiram governantes e autoridades públicas, o Sistema Público de Saúde entrará em colapso total em 2016. A recessão, mal criado pelo próprio Governo mas dele distanciado por seus asseclas falseadores da verdade, e os bilhões de reais surrupiados dos cofres públicos, estão cobrando sua fatura, e o povo brasileiro, histórico pagador dos prejuízos estatais, tem os bolsos vazios, sem mais poder suportar novas cobranças estatais.
 
A leitura astigmática do brasileiro sobre sua situação social termina na primeira página do livro, na qual estão todas as invencionices, mentiras, enganações e inverdades dos últimos 4 Governos. Mal sabe este mesmo brasileiro que há uma segunda página, recheada de outras possibilidades, forjadas na verdade, na retidão, na honestidade e no compromisso com o país.
 
Enquanto o brasileiro não avançar na leitura, passando para a segunda página, a sua situação não mudará e este não vivenciará anos de normalidade social.
 
Os que já avançaram na leitura têm obrigação moral de orientar os mais desavisados, fazendo-os replicadores da verdadeira realidade a ser alcançada.

Brasil, 23 de dezembro de 2015.