A VINGATIVA FLÁVIA PIOVESAN


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL



A
quase recente indicação da Professora da PUC-SP, Flávia Piovesan, para a Secretaria dos Direitos Humanos do Governo Michel Temer é uma afronta à sociedade brasileira. Piovesan como líder da pasta governamental e com seu cardápio vermelho tem seus planos direcionados à histórica vingança da esquerda nacional e internacional. Piovesan, em seu discurso comunista, não apenas é uma declarada abortista. Piovesan é a execrável representatividade que afronta a família brasileira conservadora. Piovesan atuará na Secretaria com todas as suas influências para que o processo de destruição nacional bolivariano prossiga com fortes ventos de popa.

Como afirmamos, assuntos complexos e sensíveis são de somenos importância constrangedoras para Flávia Piovesan. Não só o aborto lhe é peculiar. Com sede vingativa, Flávia Piovesan deverá suscitar ao Ministério Público Federal, e a quem for de interesse, que o relatório da Comissão da Verdade não se restrinja a preencher gavetas de escritório. Com notório sinal de desforra, de desagravo, Flávia deve solicitar a punição formal dos militares e civis envolvidos e condenados administrativamente pelo relatório. O STF, sob nova composição, será alvo de ação da Secretaria para nova consulta de inconstitucionalidade da Lei de Anistia em face da Constituição Federal.

Ainda sob o efeito da vingança contra as famílias brasileiras, indefesas ante o paiol de crimes e assassinatos perpetuados no Brasil todos os anos, Piovesan usará dos meios necessários para sustar a redução da maioridade penal, atualmente em votação no Congresso Nacional. Contrariando as convicções de ampla maioria da sociedade brasileira, que deseja a redução como uma das alternativas ao caos na segurança pública, Piovesan fortalece na Secretaria a proteção de criminosos juvenis, enquanto silencia sobre os milhares de policiais que são mortos diariamente em nosso país. É o vesgo lema dos Direitos Humanos esquerdista, para quem humano apenas será o que foi rejeitado, vilipendiado, ultrajado por uma sociedade conservadora-capitalista desumana. 

Por fim, mas não menos importante, Piovesan utilizará todos os meios vingativos, ofensivos e abomináveis para orientar políticas públicas permissivas em relação ao aborto. Em discurso claro, Piovesan salienta que a alteração dos meios legislativos sobre o aborto não serão sua prioridade como Secretária de Direitos Humanos. Ao inverso, toda sua energia será concentrada para, administrativa ou juridicamente, ampliar as possibilidades da prática de aborto no Brasil. 

Para isso, Piovesan usa como “trunfos” dos direitos humanos a possibilidade de aborto em casos de fetos anencéfalos, julgada em 2012 no STF. Para a Secretária, como já afirmado, este mesmo colegiado (STF), sob nova composição [1], será porta aberta para novos trunfos. Seguramente, refere-se a Secretária a vindoura Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), a ser julgada no STF, que decidirá sobre a possibilidade da prática de aborto de fetos acometidos de microcefalia. 

A julgar, literalmente, pela conjugação das coincidências do caso da anencefalia (onde advogado que ajuizou a ação atualmente é parte integrante dos Ministros [2][3]), não faltarão esforços para que Piovesan se vingue das mulheres brasileiras, das crianças brasileiras, dos fetos brasileiros, dos embriões brasileiros, completamente sofredores quando da prática de aborto. 

É afrontador termos na Secretaria de Direitos Humanos indivíduo que pouco representa ou protege os anseios de ampla maioria da sociedade brasileira, que pouco tutela os verdadeiros direitos dos humanos. Onde se verifica qualquer proteção aos humanos quando do aborto de outros humanos? Onde se verifica qualquer proteção a indefesos humanos quando se permite que outros humanos, em idade inferior à mínima penalmente imputável, agridem e assassinam seus pares?

Esta pequena amostra só nos prova que retirar o Partidos dos Trabalhadores do poder deve ser entendido apenas como o início vitorioso de uma batalha bem-sucedida, que só terminará quando toda a depreciativa esquerda nacional for relegada à quina do esquecimento social e político.

Referências:

Brasil, 22 de maio de 2016.

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