A BULA PETISTA


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL

O medicamento ficcional descrito abaixo é prescrito por médicos cubanos atuando nos confins do território bolivariano brasileiro. Qualquer semelhança dos sintomas e fatos apresentados com a realidade brasileira atual é mera coincidência.

MEDICAMENTO: Solptoredil-B Limão 13g.

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO
A embalagem contém 13 crápulas vermelhas de 1g cada.

USO ORAL INFANTIL E ADULTO

COMPOSIÇÃO
Cada crápula contém:
Cloridato de Gramscicol..........0,1g
Burrolidrato de Lennarxil.......0,5g
Engelesmol de Fezesfritina...0,1g
Maleato de Corruptina.........0,1g
Essência de Peroba...............0,2g

PARA QUÊ ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento alivia as dores provenientes da realidade humana. Solptoredil-B Limão 13g é indicado a socialistas, comunistas, esquerdistas e progressistas que se queixam de profundas e múltiplas dores causadas após intensa exposição aos princípios e valores morais, éticos e sociais conservadores e/ou liberais. Solptoredil-B Limão 13g age rapidamente no paciente com sintomas de ódio, tremeliques, falta de ar, taquicardia, palpitações, hipertensão arterial, calafrios e dores de cabeça oriundos do confronto com indivíduo que não padece de esquerdismo crônico. É ainda indicado a pacientes com hipersensibilidade à vitimização.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Agindo no córtex cerebral, este medicamento destroi progressivamente todos os neurônios ainda ativos, anulando qualquer processamento cerebral mais sofisticado, elaborado e condizente com a realidade. Sem capacidade de representação simbólica, o paciente passa a conduzir suas ações por impulsos coletivos e de massa. Com o uso contínuo, a atividade cerebral do paciente é reduzida a valores desprezíveis.

QUEM NÃO DEVE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento é contraindicado a qualquer indivíduo pensante, lúcido, racional, produtivo. Este medicamento também é proibitivamente indicado aos que não recebem qualquer auxílio estatal, com risco de surgimento da síndrome da dependência estatal. Após qualquer visita a Cuba, Venezuela ou Bolívia, suspender o uso do medicamento por treze meses, pois há risco de superdosagem. Caso surjam reações desagradáveis como vertigem, fuga da realidade, sonolência, preguiça, desonestidade e vagabundagem crônica, procure um médico-cubano mais próximo.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Modo de Usar: Administração por via oral.

Posologia:
- Adultos: 1 cápsula a cada 2 horas.
- Crianças acima de 12 anos: 2 cápsulas a cada 1 hora.
- Crianças abaixo de 12 anos: 4 cápsulas a cada meia hora.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?
Fuga da realidade; náuseas; preguiça; vagabundagem crônica; malemolência; febre anti-laboral; ódio de classes; ódio familiar; síndrome da legalização dos direitos reprodutivos; gayzimos; feminismo crônico; desconforto produtivo; sedação ao trabalho; irritações constantes; mal de gênero; necrose pupilar; cegueira social; hipersensibilidade à corrupção; ansiedade matinal; claustrofobia e tremores de tornozeleira.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR GRANDE QUANTIDADE DESTE MEDICAMENTO DE UMA SÓ VEZ?
Mantenha distância.

ESTE MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DE CIDADÃOS HONESTOS.

O USO CONTÍNUO DESTE MEDICAMENTO CAUSA PROFUNDA DEPENDÊNCIA DO ESTADO.

HAVENDO SUSPENSÃO NO USO DESTE MEDICAMENTO E DURANTE O PERÍODO DE ABSTINÊNCIA, O PACIENTE DEVE SER TRATADO COM SUPERDOSAGENS DE CHESTERTON, MISES, KIRK, BURKE, SCRUTON, DALRYMPE E CARVALHO. 

PARA A COMPLETA DESINTOXICAÇÃO, DEVE-SE EVITAR, POR COMPLETO, O COMPARECIMENTO A ENCONTROS DE MILITANTES, REUNIÕES SINDICAIS E DE DIRETÓRIOS DE ESTUDANTES, OCUPAÇÕES DE ESCOLAS E PASSEATAS "EM DEFESA DA DEMOCRACIA" E DO PASSE LIVRE.

Brasil, 27 de maio de 2016.

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