A DUPLA REJEIÇÃO PETISTA


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL

O índice de reprovação do Governo Petista aproxima-se dos 70%, conforme recente pesquisa realizada pelo IBOPE [1]. De acordo com a mesma pesquisa, 20% consideram o atual Governo como regular. Assim, de cada 10 (dez) brasileiros, conhecedores ou não da realidade, 9 (nove) reprovam ou não concordam com as atuações político-econômicas encabeçadas por Dilma e sua trupe. 

Embora o percentual seja elevado, dois pontos devem ser analisados: (a) se este quantitativo representa parcela significativa da sociedade beneficiada por políticas assistencialistas da era petista e (b) se neste total estão contabilizados os cidadãos que percebem o desastre governista para além das questões político-econômicas. Essa análise é importante para compararmos o nível de rejeição petista com fato recente ocorrido na cidade de Fortaleza.

Na análise sobre se o quantitativo apresentado representa parcela significativa da sociedade beneficiada pela política assistencialista petista, suponhamos que a metade dos 70%, ou seja, 35%, seja beneficiária de algum programa assistencialista. Mesmo assim, ainda restam 35% da sociedade brasileira que, sem qualquer retribuição estatal, reprovam as ações econômicas do Governo Dilma. Importa lembrar que, boa parte desses 35% que rejeitam o Governo, são os responsáveis pela manutenção dos programas assistencialistas da outra metade, através do pagamento de elevada carga de impostos. Em suma: proporcional e representativamente, teríamos 35% da população brasileira reprovando as condutas econômicas do Governo petista.

Do outro lado, utilizando-se a mesma regra fracionária, teremos 10% da sociedade brasileira considerando o atual Governo regular, de um total de 20% da pesquisa. Desse modo, somando-se as frações, teremos no total 45% da sociedade brasileira que considera o Governo Dilma como péssimo ou regular. Esse expressivo número resume que, quase a metade da população brasileira não mais suporta a permanência do Governo Dilma.

Sobre o aspecto (b), qual seja, o total de cidadãos que percebe o desastre governista para além das questões político-econômicas, esse número extrapola os 45%. Em conversas informais ou debates formais, fica bastante claro que boa parte da sociedade brasileira, seja a que defende ou não o atual Governo, limita sua percepção de aprovação ou reprovação às questões políticas e econômicas. Na política, o total descontrole e ausência da capacidade de articulação da Chefe do Executivo. Na econômica, o retrocesso da sociedade a níveis sociais-econômicos cada vez mais baixos, consequentemente perdendo toda a capacidade de consumo adquirida artificialmente. 

Mas e as questões morais? A afronta à família, aos bons costumes, aos valores éticos, às religiões tradicionais? Segundo os cálculos, os 45% que aprovam o Governo quiçá percebam o mal a que estão sendo expostos, mal este que permanecerá enraizado na sociedade por duas, três gerações completas. Desse modo, se alertadas sobre a destruição moral encabeçadas pela esquerda brasileira (menos o PT, mais o PSDB, REDE e outros partidos extremistas), o percentual de reprovação ultrapassaria os piores cenários produzidos nas pesquisas.

Conjugando-se os números à realidade dos fatos, o ex-Ministro-Presidente Lula da Silva participou de recente manifestação pública na cidade de Fortaleza [2]. Ponto baixo da manifestação foi o ex-Ministro anunciar que, contra tudo e contra todos, assumiria o Ministério da Casa Civil. Efetivamente, como sua pupila, Lula “fará o Diabo” para não ser derrotado politicamente. Impressionantemente, Lula, com seus descaramentos voluntários, dirige-se à população irreal. Vive, em conjunto com a Presidente, em mundo imaginário, ilusório. Partindo-se do pressuposto que a reprovação de Lula, criador, seja metade da reprovação de Dilma, criatura, chegamos a um total de 67.5% total de reprovação do binômio Lula-Dilma. Somando-se os pontos percentuais de erros da pesquisa [1], para cima, chegamos em 69.5% de reprovação da dupla Lula-Dilma. Em síntese, quase 70% da população brasileira rejeita o trabalho conjunto dos dois representantes da elite nacional.

Assim sendo, para que público-alvo o Sr. Lula se dirige ao afirmar que será Ministro de Estado, quando ampla maioria da sociedade brasileira não o quer em qualquer cargo político? O Sr. Lula ousa em se pronunciar para um punhado de militantes idiotizados pois sabe que é única e exclusivamente para estes que toda a esquerda nacional governa e direciona considerável parcelas de recursos públicos. Para Lula e Dilma, os quase 70% de brasileiros honestos, trabalhadores, cumpridores de suas obrigações que se rachem e se esfolem, junto com suas famílias e descendentes.

Para os dois, Lula e Dilma, o que importa é a grandeza do seu Partido-Estado, e não a destruição de um Estado Brasileiro partido em banda, assolado, arrasado, devastado.

Referências:

Brasil, 03 de abril de 2016.

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