A ESQUIZOFRENIA ABORTISTA


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL

Domingo ensolarado. 07 de fevereiro de 2016. Califórnia, Estados Unidos da América. Final do Super Bowl 50, da National Football League (NFL), realizada na mais vigorosa democracia ainda existente no mundo. São certos 227 (duzentos e vinte e sete anos) da promulgação da Constituição daquele país, documento solidificador das diretrizes mínimas para manutenção dos principais preceitos de sustentação de um povo soberano. Bicentenária, esta norma máxima sofreu abalo mediato profundo nos idos do ano de 1973, com a legalização do aborto nos estados americanos. A nefasta “conquista” não seria o suficiente para acalmar a avidez sanguinária desse projeto maligno? Não é o que se constata até os dias atuais. Meros trinta segundos de um comercial de TV revelaram novamente o monstro “adormecido”.

O fato delineado na última frase do parágrafo acima faz referência a um comercial de uma famosa marca de tortilla chips, conhecida como Doritos. Mas por qual motivo simples trinta segundos comerciais geraram tanto alvoroço e revolta no movimento pró-morte? Eis que vos apresentamos: o comercial “humanizava fetos”. Para o movimento pró-aborto, fetos não devem ser considerados como humanos, principalmente se esta realidade natural biológica humana for reapresentada para bilhões de pessoas, ao vivo, em todo o mundo, desconstruindo assim todo o rol de falsidades ainda sustentadas pelos pró-aborto. Por isso, todo o repúdio deste movimento ao comercial capitaneado pelo Doritos. 

Do exótico fato do repúdio dois pontos devem ser analisados: a atual e permanente robustez do movimento pró-aborto; e o inexato resquício de fundamentos, alegações e artimanhas para a legalização do aborto.

A instituição responsável pela ampla rejeição ao comercial intitula-se NARAL [1], que é uma organização americana engajada na ação política e jurídica contra as restrições ao aborto, de modo a manter a legalização desta prática nos Estados Americanos. Assim, através de um forte lobby no Congresso Americano e nos demais Estados Americanos, esta organização apoia candidatos que compartilham dos valores pró-aborto, dificultando a eleição de candidatos pró-vida. Em outros termos, a NARAL dedica suas campanhas para manter o silencioso holocausto americano, e assim o fez quando da apresentação do comercial do Doritos.

Na propaganda [2], um feto reage em imagem projetada na tela do ultrassom ao tentar pegar um Doritos que seu pai degusta e que encena entregar-lhe. A reação encenada, embora ficcional, foi o estopim para o surto esquizofrênico dos pró-aborto, que persistem em omitir que é natural que um feto, já provido de toda a sua construção biológica essencial, esboce reações básicas. Para os pró-aborto, o feto deve sempre ser tratado como um aglomerado de células, um corpo indefinido, insensível à dor. A força do movimento pró-aborto apresentou-se no dia seguinte à apresentação do comercial, através de nota em que orientava seus seguidores a não comprar mais a tortilla chips Doritos, divulgada nos mais diferentes meios de comunicação, em diversos países do mundo. O impacto negativo nas vendas do produto apresentado no comercial deverá ser analisado em futuro próximo, não obstante outros movimentos pró-vida tenham defendido a marca americana de chips, o que deve ser feito por todos os canais disponíveis e possíveis, de modo a retaliar esta nefasta iniciativa da NARAL em boicotar o produto. A superdimensão da posição pró-aborto ao comercial pode desencadear efeitos inesperados, bem como serve para demonstrar a vigorosa divulgação desta ideologia.

O repúdio à “humanização do feto” apresenta, por outro lado, que os fundamentos encontrados pelo movimento pró-aborto são inesgotáveis, embora cada vez mais anêmicos, exauridos, pois contra o direito natural. Semelhante ao fundamento da microcefalia em fetos como gênese para a prática do aborto, alegar a “humanização” como algo nocivo demonstra claramente que qualquer novo fato será meio propício para o navegar do movimento pró-escolha em busca da legalização do aborto no máximo número de países possíveis. Ainda que esdrúxulo o argumento de “humanização do feto”, pois não se pode ir contra a natureza deste, que é um ser humano em formação, a covardia dos pró-abortistas impera, sem limites e restrições. 

O uso de qualquer subterfúgio para se ampliar os casos possíveis de aborto é artimanha dos pró-abortistas que só prosperará se encontrar o silêncio no movimento pró-vida. Do mesmo modo que a organização NARAL pronunciou-se contra um singelo e saudável comercial, os movimentos pró-vida devem contestar, contradizer e contrapor qualquer movimentação dos pró-aborto, pois a esquizofrenia abortista não descansará enquanto não atingir suas metas, patrocinadas por vultuosas quantias de dinheiro.

Fontes:

Brasil, 11 de fevereiro de 2016.

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