A VERDADE SOBRE O ATENTADO EM ORLANDO


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL

A
manhecemos este domingo, 12 de junho de 2016, com as mídias jornalísticas e televisivas apresentando mais um ataque terrorista ocorrido nos EUA. Desta vez, o massacre ocorreu na boate Pulse, em Orlando, frequentada majoritariamente pelo público gay. No ataque, 50 pessoas morreram e 53 ficaram feridas. A cobertura do fato no Brasil está a cargo, principalmente, do canal Globo News, detentor inigualável do título de extrema falsificadora da realidade, principalmente quando se trata do tema desarmamento e posse/porte de armas por cidadãos civis.

Sempre que há qualquer ataque terrorista nestes moldes, o canal de televisão acima citado é o que mais noticia os fatos aqui no Brasil. Entretanto, o que nos decepciona, é que a abordagem é sempre falaciosa, tendenciosa, mentirosa, com completa fuga da realidade. O tom das notícias sempre desencadeia para o fato de que muitas armas nas mãos de cidadãos causam esse tipo de fato. Em outros termos: o que se noticia é que a facilidade de se possuir armas nos EUA é sempre a maior causa originária destes atentados, pois mais armas ocasionam mais crimes. Fundados em depoimentos “abalizados” de não-especialistas, a culpa do atentado direciona-se à liberdade da compra de armas. Mas armas não atiram por si só. Armas não matam pessoas. Pessoas matam pessoas.

O que estes jornalistas direcionáveis não comentam é que se mais pessoas no local do atentado estivessem armadas, possivelmente menos pessoas teriam sido mortas ou feridas. O único terrorista da cena, armado com uma AR15 e um revólver, poderia ter tido suas ações contidas por qualquer outro cidadão armado e que estivesse dentro da boate. Assim, um cidadão portando uma arma (tão negativamente vista por defensores do desarmamento) poderia ter salvo diversas outras vidas. Pessoas salvariam pessoas, algo tão natural na humanidade. Mas este ponto não é abordado pelas mídias que jornalisticamente abordam o atentado.

Estes mesmos jornalistas adicionam outros falsos ingredientes ao caldo do atentado. Inserem questões homofóbicas, xenófobas, racistas, discriminatórias na cena do crime. Sabendo-se que o terrorista tinha descendência afegã, que sua família tem descendência muçulmana, utilizam-se destes pressupostos para inverter a realidade dos fatos e culpabilizar as armas como protagonistas deste novo atentado. Com este mesmo discurso incoerente, mentiroso e covarde vêm Barack Obama, Hilary Clinton, Bernard Sanders e outros tantos esquerdistas, que defendem o desarmamento da população civil.

Ante estes fatos, aqui em terras tupiniquins, questionamos onde está a comunidade gay que defende os muçulmanos, já que um descendente desse povo foi o protagonista do atentado? O que vão dizer estes mesmos gays que defendem muçulmanos, desconhecendo que muitos dos seguidores do islamismo são árduos perseguidores dos homossexuais? Obviamente, a comunidade gay brasileira desviará o discurso e porá a culpa do atentado à facilidade de obtenção de armas. Simples assim.

A realidade é que os preconceitos irão perpetuar-se entre os homens, por tempo indefinido, e isto é fato. O que não pode ser fato é a impossibilidade de qualquer homem se defender, em paridade de condições, de outro homem que atente contra sua vida. Alegar que se este terrorista não tivesse tanta facilidade no acesso a armas o ataque não tinha sido cometido, é outra mentira deslavada, pois criminosos têm acesso a armas, sendo estas proibidas ou não. Mesmo que armas deixassem de ser fabricadas, facas poderiam ser utilizadas para o cometimento dos crimes, mesmo que em menor proporção. Não é o meio que provoca estes crimes em extensão e sim a ausência de meios contrapostos para evitar que os crimes sejam cometidos.

Para piorar o cenário dos desarmamentistas, segundo duvidosas fontes trazidas por estes personagens, ocorreram no ano de 2015 cerca de 137 atentados terroristas em que morreram mais de 5 pessoas. Como noticiado em larga escala na mídia nacional, o atentado em Orlando na boate Pulse foi o de maior número de vítimas após os atentados de 11 de Setembro. Por lógica simples, em todos os outros 136 atentados terroristas, menos de 50 pessoas morreram em cada atentado. Mesmo que calculemos o máximo de 50 mortes por atentado, nos 137 atos terroristas, superestimando as ocorrências e os números desarmamentistas, teríamos algo em torno de 6.850 mortes. 

Ante o número de 6.850 indivíduos que foram brutalmente assassinadas, o que deve ser repudiado, o que nos dizem os esquerdistas-desarmamentistas das 60.000 mortes no ano de 2015 no Brasil, cujo país é um dos mais rígidos no controle do comércio de armas de fogo? É a proibição do comércio de armas de fogo que evita o alto índice de mortes em terras brasileiras, mesmo sem nenhum atentado terrorista no Brasil? Cremos que não e os fatos, dados estatísticos e relatos comprovam o que aqui se afirma. Assim, em 2015 em nosso país morreram quase 10 vezes mais pessoas por ano do que em todos os atentados terroristas ocorridos nos EUA. Na sua insana perseguição em desarmar a população civil, os comunistas destorcem a realidade e, através de uma histórica metodologia da tentativa e do erro, utilizam-se de fatos e mais fatos em discussão momentânea para tentar renovar e impor sua periculosa e destruidora agenda.

Para os que defendem a vida, a impossibilidade de se defender da morte iminente é sempre o maior crime, o maior preconceito contra a vida humana. Os cidadãos mortos na boate em Orlando são vítimas de uma zona livre de armas (Gun-Free Zones), onde homens e mulheres desarmados estão completamente indefesos contra outros homens e mulheres insanos. 

Obviamente, nenhuma morte deve ser justificada. O que deve ser justificado e pleiteado é a possibilidade de defendermos nosso bem mais precioso, que é a vida, a nossa e de nossa família, seja com armas de fogo ou não!

Obs: Uma solução para cessar com os ataques terroristas dos denominados "lobos solitários" é acabar com as Gun-Free ZonesAssim, os lobos solitários terão caçadores à espreita para revidar em face de novos ataques.

Brasil, 12 de junho de 2016.

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