CATRACA LIVRE E A APOLOGIA À MORTE EM COLETIVO


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL

As manifestações do ano de 2013, no Brasil, foram o desencadear de um processo histórico na sociedade brasileira. Milhares de cidadãos, de todas as classes sociais, ocuparam as ruas das principais capitais brasileiras, motivados por um ideal cívico e patriótico, apolítico e sem qualquer retribuição ou promessa de benesse estatal para recompensar aquelas ações. Entretanto, outros grupos civis ocuparam as ruas com intenções diversas, políticas, anarquistas. Após estas manifestações, diversos grupos passaram a se identificar com esta causa política, dentre eles o Grupo Catraca Livre.
 
Feminista em sua essência, embora dizendo-se apolítico, a vertente esquerdista norteia as atitudes do Grupo Catraca Livre (GCL). Escondendo-se na miss]ao de "empoderar os cidadãos" e na "engenhosidade da sociedade", o GCL atua no levante de bandeiras ideologicamente afeitas ao movimento esquerdista-feminista, em que a destruição da família, a feminilização do homem, a "independência da mulher", a apologia às restrições reprodutivas e ao aborto, dilapidam a essência do sexo feminino, agindo, contraditoriamente, contra a mulher que negligenciam defender. A mais recente ação destrutiva deste movimento é a utilização das comemorações do Dia Internacional da Mulher para encampar e disseminar, mais uma vez, a TOTAL legalização do aborto.
 
Especificamente, a ação introduz uma mudança na imagem utilizada nas redes sociais, incluindo uma segunda imagem sobreposta em que se verifica a frase "EU APOIO A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO". O aborto, como já se afirmou, é uma das diversas causas patrocinadas pelo movimento feminista, como pode claramente se observar na declaração de integrante do GCL: "o objetivo da ação é fortalecer a campanha pela legalização do aborto no Brasil", através de "uma nova fase de manifestações feministas".
 
Reiteradamente utilizando-se de dados estatísticos falsos, sem comprovação, e de argumentos retóricos desinformativos, as feministas afirmam que há "uma grave crise de saúde pública, na qual a sociedade está bastante sensível com a epidemia do zika vírus e os casos de microcefalia". Obviamente, os volumosos casos de contaminação da população pelo vírus Zika devem ser combatidos, pelo Estado e pela sociedade, com a eliminação do mosquito transmissor, mas não pela eliminação da vida. Nessa linha, argumenta o GCL que a pobreza das mulheres e a culpabilização destas levaram a sociedade a debater o tema aborto em casos de microcefalia. Novamente, o mesmo processo de vitimização das mulheres, geralmente pobres e negras, embora estas sejam as que mais penuram pelas consequências do movimento feminista: abortam reiteradas vezes, trabalham exaustivamente fora de seus lares, geralmente não formam família, todos estes fatores desencadeados pela incoerente "igualdade" entre homens e mulheres, luta histórica do movimento esquerdista-feminista.
 
Voltando ao tema aborto e o GCL, como política de confundir a sociedade brasileira, aquele superdimensiona os dados reais, sem qualquer comprovação de suas fontes, ao afirmar que "há 1 milhão de abortos clandestinos por ano no país, mas o tema ainda é tratado com bastante hipocrisia. Ao mesmo tempo, as mulheres pobres estão condenadas a procedimentos inseguros, que causam uma morte a cada dois dias por causa do aborto clandestino". Qual a origem dos dados apresentados pelas feministas? Comprovem-nos, seguramente, que 1 milhão de abortos são praticados no Brasil e que a cada dois dias, no mínimo, uma mulher falece em consequência de abortos clandestinos. Omitem de informar as feministas que, mesmo em países onde o aborto é legalizado, como nos EUA, abortos clandestinos ainda continuam a ocorrer, pois nem todas as mulheres querem ter seus nomes nos registros das instituições legalizadas a praticarem o aborto. Assim, mesmo a legalização do aborto não evitará a continuidade os abortos clandestinos.
 
Corroborando ao que afirma o GCL, "a pauta da legalização do aborto tem grande espaço na sociedade pois, apesar de ser tabu, muitas mulheres estão dispostas a expor publicamente sua posição". Mas diferentemente do desejado pelas feministas, a posição de ampla maioria da sociedade brasileira é CONTRÁRIA À LEGALIZAÇÃO DO ABORTO, em todas as suas vertentes, e que as últimas conquistas do movimento pró-aborto, como no caso da legalização do aborto para fetos anencéfalos, não espelhou o sentimento geral da sociedade brasileira, amplamente conservadora, a favor da família tradicional, do casamento duradouro e contrária ao aborto.
 
Assim, em resposta ao movimento feminista-abortista, conclamamos todos os integrantes dos movimentos pró-vida do Brasil a mudarem suas imagens nos perfis sociais para utilizar, em unanimidade, a frase: SOU CONTRA O ABORTO.
 
O movimento Catraca Livre e seus integrantes, fetofóbicos atuantes, fazem apologia à morte de nossos bebês, de nossas crianças, coletivamente, como eles mesmos gostam de se intitular.
 
Temos que dar um basta a tantas mentiras e covardias patrocinadas por estes movimentos, cada cidadão em sua área de atuação, dentro de suas possibilidades.

OBS: O Grupo JUNTOS PELA VIDA está disponibilizando link para a alteração da foto do seu perfil (Twitter e Facebook) incluindo a logomarca do Projeto. Acesse o endereço e veja como: http://twibbon.com/Support/juntos-pela-vida
 
Fonte:

Brasil, 19 de fevereiro de 2016.

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