DEFESA DA VIDA E DA FAMÍLIA: RESUMO INFORMATIVO


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL

A luta em defesa da vida e da família deve ser constante. Os integrantes do movimento pró-vida são surpreendidos, dia após dia, por notícias que abalam suas forças e tentam desanimá-los. Mas desistir da luta é entregar todas as nossas conquistas aos integrantes do movimento pró-aborto. Os fatos demonstram que o movimento pró-aborto não desistirá de suas ações e nossa missão é sermos incansáveis nesta batalha e jamais desistir. O resumo dos fatos ocorridos nesta semana (07/03 a 11/03) demonstra que devemos estar alertas e agir em defesa da família e da vida. Vamos aos fatos.

NOSSAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES ESTÃO INDEFESOS

Nossas crianças e adolescentes são protegidos por diversas leis brasileiras. Uma dessas leis é o Estatuto da Criança e do Adolescente, mais conhecido como ECA. Esse Estatuto foi criado como marco legal a proteger nossas crianças e adolescentes, tanto de maus-tratos e agressões físicas, como de abusos psicológicos. Porém, no dia 8 de março de 2016 a Presidente Dilma Rousseff alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), permitindo que nossas crianças e adolescentes sejam ensinadas sobre o tema aborto. Esta possibilidade ocorre pela introdução, no artigo 8º do ECA, do termo “planejamento reprodutivo”. 

Para os que atuam na defesa da vida, é de conhecimento que a utilização desses termos, sem sentido claro e definido, é prática comum do movimento pró-aborto. Utilizar-se de termos como direitos reprodutivos, direitos sexuais, planejamento planificado e, agora, planejamento reprodutivo é porta aberta para a implantação de políticas públicas e programas governamentais que apoiam o aborto, em suas diversas dimensões, desde a efetivação da cultura do aborto, como da realização desenfreada deste. 

É importante observar que antes desta alteração nossas crianças e adolescentes não poderiam ser ensinadas formalmente sobre o tema aborto, por exemplo, dentro de instituições públicas ou particulares, como hospitais e escolas. Agora, com a prejudicial alteração do ECA, nossas crianças e adolescentes poderão receber, infelizmente, qualquer tipo de ensino e aconselhamento sobre o aborto. É lamentável que isto tenha ocorrido. Precisamos ficar atentos e denunciar casos de crianças e adolescentes que estejam sendo ensinados e aconselhados sobre a prática do aborto.

NÃO À IDEOLOGIA DE GÊNERO

Todos sabemos que a ideologia de gênero é uma praga às famílias brasileiras. Por trás desta ideologia virão os ensinamentos, às nossas crianças e adolescentes, sobre sexualidade e incentivo à homossexualidade, relações sexuais precoces, promiscuidade, dentre outros. Tudo isto provoca a destruição da família brasileira, já tão abalada em suas estruturas. 

Os defensores desta ideologia, muitos dos quais são políticos brasileiros, recentemente tentaram incluir na estrutura do Governo Dilma órgão para tratar desses assuntos. Porém, no dia 09 de março de 2016, essa tentativa foi frustrada. Os que perderam a batalha queriam que a Secretaria de Direitos Humanos e Políticas para as Mulheres ficasse responsável por disseminar o assunto ideologia de gênero por todo o Brasil, mesmo fora dos Planos Estaduais e Municipais de Educação. Para nossa felicidade, saímos vitoriosos e o Governo perdeu mais uma batalha na tentativa de inserir a ideologia de gênero como programa de Governo, através desta Secretaria de Direitos Humanos e Políticas para as Mulheres. 

Mais uma vez, precisamos estar alertas sobre o que nossas crianças e adolescentes estão aprendendo nas escolas, fazendo a denúncia às autoridades responsáveis, caso haja necessidade.

SIM À FAMÍLIA BRASILEIRA

Por outro lado, em esplêndida vitória da família brasileira, os políticos que a defendem venceram mais uma batalha. Após acirrada votação no Senado Federal, foi aprovado texto que obriga, de agora em diante, que todo e qualquer programa do Governo Dilma deva respeitar as regras de Tratados Internacionais de Direitos Humanos. Um destes Tratados é o Pacto de San José da Costa Rica, também conhecido como Convenção Americana de Direitos Humanos.

Por este Tratado Internacional, “toda pessoa tem o direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção”. Desse modo, qualquer novo programa ou política de Governo deverá proteger os bebês em gestação desde a concepção, pois é o que está escrito neste Tratado Internacional de Direitos Humanos, que de agora em diante deve ser respeitado legalmente.  Assim, os governantes não poderão desrespeitar estes Tratados, o que é uma vitória aos defensores da vida, pois o bem maior do ser humano, que é a própria vida, estará protegida desde a concepção.

Tão importante quanto esta vitória do movimento pró-vida é permanecermos atentos às novas ações do Governo, seja este Federal, Estadual ou Municipal, aguardando que estes cumpram com sua obrigação de respeitar o que foi aprovado pelo Senado Federal.

Brasil, 11 de março de 2016.

Siga-nos nas mídias sociais: http://facebook.com/criticapoliticabrasil
The gadget spec URL could not be found

The gadget spec URL could not be found