DIA INTERNACIONAL DA MULHER: EMPODERAR É ENFRAQUECER


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL

A cada nova ação do movimento feminista ficam mais claros os propósitos ideológicos de seus integrantes: o enfraquecimento do ser humano mulher sob a mentira do empoderamento. Enquanto as feministas ludibriam as mulheres pela igualdade irrestrita de direitos, em um processo de constante vitimização das mulheres, estas são profundamente penalizadas em seus deveres. É importante salientar que estes deveres, muitas das vezes, agridem suas capacidades humanas biológico-naturais. Eis as provas.

O movimento feminista enfraquece as mulheres ao exigir que estas obtenham, sob qualquer pretexto e forma, sucesso profissional semelhante aos dos homens. E aqui não se discute a capacidade intelectual de homens e mulheres. Os dois são sujeitos do conhecer, da inteligência, de todas as virtudes. Pelo contrário: o movimento feminista (que se intitula defensor das mulheres), ao invés de debilitar as mulheres exigindo esforços sufocantes para obterem sucesso profissional, deveria orientá-las sobre a importante e sui generis função que estas exercem perante suas famílias, em seus lares. Entre as importantes funções da mulher, por exemplo, destacam-se a educação de seus filhos; a presença como mãe durante o desenvolvimento de sua prole; o discernimento e a prudência no trato com seus filhos; o zelo pelo seu lar.

Do mesmo modo, ao invés de enfraquecer a mulher ensinando-a sobre sexualidade em precoce idade, o movimento feminista (que diz proteger a mulher, mas assim não o faz) deveria orientá-la a perceber que um dos seus maiores “poderes” é a capacidade de se guardar e evitar a sexualidade imatura, evitando diversos dissabores da vida. Se defendesse efetivamente a mulher, o movimento feminista informaria-as que o resguardo sexual completo, até idade/momento apropriado, evitaria o contágio de diferentes tipos de doenças, principalmente as sexualmente transmissíveis, como a Aids, Sífilis, Hepatite, HPV. Na mesma linha, o movimento feminista, que tanto enfatiza proteger a mulher, deveria aconselhá-la que além destas doenças, a sexualidade prematura pode causar-lhe uma gravidez inesperada.

Da gravidez imprevista, o principal discurso do movimento feminista é induz as mulheres ao aborto. Se este movimento realmente buscasse o empoderamento das mulheres, deveria adverti-las que outro grande “poder” que foi dado às mulheres, com exclusividade, foi a capacidade de ser mãe, não presente na outra espécie do gênero humano. Ao contrário, o movimento feminista enfraquece o ser humano mulher ao ludibriá-las sobre o direito de decidir, não presente em qualquer legislação e ausente sob qualquer perspectiva moral. Cabe neste momento um aviso ao movimento feminista: empodera-se a mulher ao conscientizá-la que esta detém uma das mais belas capacidades da espécie humana, que é gerar outro ser humano. Empodera-a, do mesmo modo, ao alertá-la que não lhe é objeto de decidir sobre a vida de outro ser humano, mas que a gravidez é apenas um dever de gerar outro ser humano. Nota-se assim que o movimento feminista destrói o poder feminino ao proceder contra a sua natureza de ser mãe, desperdiçando tão preciosa capacidade natural.

Continua-se enfraquecendo a mulher quando o movimento feminista age em “defesa” da mulher contra a violência de seus parceiros do sexo masculino, mas silencia sobre a violência das parceiras do sexo feminino. O movimento feminista mente às mulheres ao não cogitarem defendê-las quando as próprias agressoras são outras mulheres, companheiras de mesmo teto [1][2], ou quando os homens são as principais vítimas das mulheres [3][4].

Da mesma forma, o movimento feminista mente descaradamente às mulheres, sob o intuito de protegê-las, quando não propõe qualquer tipo de mudança na legislação brasileira para que as indefesas mulheres possam se proteger de possíveis estupradores. Da impossibilidade de portar armas, as mulheres se tornam vítimas de estupradores, restando totalmente indefesas. Segundo pesquisas científicas, o uso de armas de fogo reduz drasticamente a possibilidade de mulheres serem estupradas, estimando-se um número de apenas 3% de estupros consumados quando mulheres estão portando armas em face de 32% de estupros consumados quando as mulheres não portam armas, brancas de fogo [5]. 

Em síntese e “de acordo com o relatório de 2007 do Departamento Nacional de Pesquisa Econômica dos EUA, ‘conforme as mulheres conquistaram mais autonomia, mais educação e mais poder, elas se tornaram menos felizes’” (SCHLAFLY, p.33). O que se conclui é que, ao tentar empoderar a mulher, o movimento feminista denigre suas integrantes, envergonha as mulheres brasileiras, arruina as famílias e destrói toda a sociedade. Assim, “a única maneira de vencer o feminismo é a rejeição total das mulheres ao movimento, e os homens se casando com as mulheres que rejeitam o movimento” (SCHLAFLY, p.103).

Às mulheres de verdade, nossos votos de felicidade e paz.

Referências:
SCHLAFLY, Phyllis. O outro lado do feminismo. Santos: Editora Simonsen, 2015

Brasil, 08 de março de 2016.

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