"ESCOLAS INOVADORAS" DO MEC: ANIQUILANDO A SOCIEDADE BRASILEIRA


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL

Um dos males mais destrutivos à sociedade brasileira, há várias décadas, materializa-se na deseducação bélica e revolucionária trazida por Paulo Freire. Em sua “extensa” mas desprezível, incoerente, repetida e vazia obra, Freire desestabiliza e desconstrói todo um formato de educação utilizado nas mais estruturadas democracias mundiais. Com base na obra de Paulo Freire e sob efeito de surtos psicóticos frequentes, professores, educadores, pedagogos e diretores de escolas deseducam os alunos brasileiros. Os pais, desatentos e desavisados, não percebem que silentes corroboram com esta deseducação, empurrando seu filhos em masmorras "educacionais" imbecilizantes.
 
A mais recente prova da idiotização difusa pode ser comprovada pela implantação das "Escolas Inovadoras", principalmente na cidade de São Paulo [1]. Eis a trágica “inovação”: escolas sem prova, salas de aula sem carteira, turmas com alunos de idades diferentes e professores que, em vez de ensinar apenas os temas relacionados à sua disciplina, estimulam o debate e a curiosidade dos estudantes. De modo impressionante, cada uma das "inovações" em nada se distancia das ideias de Paulo Freire: ausência de compromisso do aluno perante a escola; despadronização etária entre os alunos; ausência completa de hierarquia entre professor-aluno; professor como mero facilitador de conteúdo. Sem exceção, todas estas mudanças pioram profundamente o já combalido ensino brasileiro.
 
Qual será o vínculo mais robusto que terá uma criança ou jovem em buscar o conhecimento se este não lhe será auferido constantemente? Quão custoso será ao professor educar crianças em sala de aula desprovidas de qualquer símbolo de hierarquia e disciplina, como as carteiras escolares, por exemplo. Da mesma forma, o "estímulo ao debate" e a "curiosidade dos alunos" nada mais é do que posicionar o professor como um quase-aluno, em que todo o seu conhecimento será discutível e debatido por quem os deveria recepcionar. Assim, os alunos é que decidirão autonomamente o que apreender, quando apreender, quiçá apreender algo substancial. Vislumbra-se o aprofundamento da "Pátria Deseducadora", inexistente em sua gênese.
 
Mas o mal ainda será pior. Uma das “escolas inovadoras” é o colégio municipal Guia Lopes, no Limão, na zona norte da capital, que atende 315 crianças de 4 e 5 anos. A escola tem “a proposta de usar os diferentes espaços da unidade para estimular o aprendizado, focado em dois grandes projetos: contra o racismo e discriminação de gênero e sobre sustentabilidade e consumo." As "Escolas Inovadoras" serão centros de doutrinação ideológica esquerdista para nossas crianças de 4 a 5 anos, através da instigação da "curiosidade do aluno" e do "debate" sobre ideologia de gênero, feminismo, homossexualidade, drogas, aborto, gayzismo.
 
Criminosamente, uma das diretoras de instituição "inovadora" afirma: "na brinquedoteca temos bonecas negras e todos, meninos e meninas, brincam com elas. Na horta, montada pelos próprios alunos, fazemos a discussão sobre a diversidade biológica. Tínhamos muitos espaços ociosos na escola e decidimos usá-los porque cada ambiente propicia um aprendizado diferente [...]. Um dos futuros objetivos é montar turmas com alunos de diferente idades, em vez de separá-los por série."
 
Vejam a perversidade, em vários momentos: induzir meninos a brincar de boneca, mesmo contra a natureza sexual masculina; diversidade sexual travestida de diversidade biológica, além do aliciamento precoce ao embuste ecológico-ambientalista; “aprendizado diferente” como meio de ideologização em todas as atrocidades possíveis. Não bastassem estes exemplos, talvez a mais atroz delas seja a educação sobre sexualidade e ideologia de gênero para alunos de diferentes idades. Imaginem, caros leitores, alunos de 6 ou 7 anos na mesma sala de alunos de 11 ou 12 anos, tratando sobre estes temas. Obviamente que os alunos com idade mais avançada, para além do professor, também serão parte a professar experiências sexuais, das diversas formas já praticadas, incitando a sexualidade precoce em nossas crianças idenfesas, afora outras discussões desapropriadas para alunos de 7 anos ou menos.
 
Em países como a Coreia do Sul, onde o ensino escolar é destacado como um dos melhores do mundo [2], o modelo educacional é estritamente diverso ao aplicado nas “Escolas Inovadoras”. Naquele país, as crianças e jovens, além de uma rotina diária compatível com as severas exigências educacionais, têm seus conhecimentos reiteradamente comprovados em testes formais, um dos principais métodos de medição do aprendizado. Lá, diferente das terras tupiniquins, os processos educacionais são desenvolvidos para que o educando perceba a necessidade do aprendizado formal, respeitando a hierarquia em seu mestre educador. O aluno, como um ser sem luz, recepciona o ensinamento e dali amplia sua capacidade crítica racional, respeitando seus pares. Este é o processo recomendado, mas o Brasil, na contramão das melhores práticas, infantiliza cada vez mais nossas crianças e jovens, restando em relatório mais recente nas últimas posições do PISA [3].
 
Tão aterrador quanto é a constatação que, embora o Plano de Educação de São Paulo tenha sido aprovado excluindo qualquer menção à ideologia de gênero [4], o Projeto "Escolas Inovadoras", contrariando a lei sancionada e desrespeitando a vontade do legislador e da sociedade, tenta implantar a ideologia de gênero nas escolas, ao arrepio da lei. Neste desacato legislativo, não deveria agir o Ministério Público de São Paulo, defensor da lei?
 
O que se conclui é que das "Escolas Inovadoras" será introduzida na sociedade considerável massa de analfabetos funcionais, sem qualquer capacidade crítica objetiva, a servirem como idiotas úteis manobráveis. Esta massa doutrinada, desrespeitosa de seus pares, será a que conduzirá no futuro outra leva de alunos, talvez nos mesmos moldes assimilados, perpetuando a cilada educacional reinante em nosso país.
 
Fontes:

Brasil, 23 de fevereiro de 2016.

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