FEMINISTAS, DE QUE LADO VOCÊS ESTÃO?


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL

O mais recente caso de estupro coletivo ocorrido na Zona Oeste do Rio de Janeiro é de lastimar e assombrar até o mais sórdido dos homens. De origem abominável, o crime de estupro, previsto em vários artigos e modalidades em nosso Código Penal, é dos crimes mais perversos dentre os listados na Lei Penal. Além de agredir o corpo da vítima, no caso específico, agride sua alma, sua integridade como ser humano. Por si só, é dos crimes mais perversos e detestáveis.


Após a divulgação maciça das notícias sobre o crime, diversas posições políticas, jurídicas, sociais e médicas inundaram as redes sociais e os grandes meios de comunicação. Debatendo o ponto de partida para tal perversidade praticada por dezenas de indivíduos contra única mulher indefesa, conjecturou-se tratar de modo inicial, obviamente, de problema público de segurança. 

Outros tantos alegaram a desestabilização social que se vive, a relativização completa dos valores morais, a banalização do corpo, a mulher como objeto. Se viu de tudo! O que não se viu, uma única vez, foi a honestidade imperar no discurso esquerdista, covarde, moralmente inepto e tendencioso do Sr. Sakamoto.

Em dois asquerosos artigos, Sakamoto inverte a normal apreciação da realidade, embaralha os momentos históricos, resgata fatos passados sem qualquer conexão moral com o caso. Mais ainda: redistribui as variáveis da operação lógica do crime, alterando o resultado esperado. Coloca toda a sociedade brasileira (mas principalmente os homens heterossexuais, brancos e cristãos) como sagaz e presente personagem na cena do crime. Ora, mas como proceder com tal descalabro se a sociedade brasileira é também a maior vítima do atentado?

Já pelos títulos dos rascunhos produzidos por Sakamoto notamos quão abjeto é o material apresentado. Os artigos têm o título: “Cultura do estupro no Brasil: Homem, de que lado você está?” [1] e “Cultura do estupro: Quando o silêncio dos homens é delinquência social”. [2]

De cansativa e enfadonha leitura, tal material não pode passar desapercebido, sem um contraponto. Vejam algumas frases do facínora:

“Quando mulheres são sistematicamente estupradas, não apenas seus corpos e almas são violentados. A dignidade de todas as mulheres é coletivamente agredida e negada. Porque falhamos profundamente como sociedade em garantir um dos direitos mais fundamentais. Meninos e rapazes deveríamos nos conscientizar uns aos outros, desde cedo, para que não sejamos os monstrinhos formados em ambientes que fomentam o machismo, como família, igrejas, escolas e mídia.” [1]

“Em uma sociedade historicamente estruturada em torno da violência de gênero, nossa responsabilidade como homens não é apenas evitar que nós mesmos sejamos vetores do sofrimento simbólico, psicológico ou físico das mulheres cis e trans. Neste caso, não basta cada um fazer sua parte para que o mundo se torne um lugar melhor. Se você fica em silêncio diante de situações de violência de gênero, sinto lhe informar que tem optado pela saída fácil da delinquência social.” [2]

“Esses são atos para ajudar a garantir que as mulheres possam desfrutar da mesmo liberdade que nós temos” [2].

Parafraseando Sakamoto (com pedido de desculpas a nossa querida língua portuguesa) e em face de tais aberrações e atrocidades trazidas pelo autor dos textos, alguns importantes pontos devem ser considerados.
  1. Quando crianças, em plena gestação, são identificadas como do sexo feminino mas mesmo assim são abortadas, sob o jugo de ONG’s e feministas abortistas, não são apenas corpos e almas que são violentados;

  2. Quando do aborto e do assassinato de uma criança do sexo feminino, em gestação, a dignidade de todas as mulheres é coletivamente agredida e negada. Não se dá o direito de mais uma mulher nascer, de nascer mulher para proteger outras mulheres, para fazer parte da sociedade;

  3. Que raios de proteção às mulheres é esta que as feministas e abortistas cantam em alto e bom som ao apoiar o assassinato de futuras mulheres em gestação? Que incoerência é esta de proteger mulheres matando mulheres?

  4. Ambos os crimes, estupro e homicídio, são hediondos [3] e não deveriam ser refutados por “mulheres” que dizem defender outras mulheres?
Meninas e moças de ONG’s abortistas, feministas, vocês deveriam se conscientizar umas às outras, desde cedo, para que não sejam as monstrinhas formadas em ambientes que fomentam o feminismo. A responsabilidade de vocês como mulheres não é apenas evitar que vocês mesmas sejam vetores do sofrimento simbólico, psicológico ou físico das mulheres brasileiras. Não basta cada uma fazer sua parte para que o mundo se torne um lugar melhor. Se você fica em silêncio diante de situações da prática de abortos, sinto lhe informar que tem optado pela saída fácil da delinquência social.

Saiba, seu Sakamoto, que garantir que nossas meninas indefesas NÃO sejam abortadas é garantir que, como vindouras mulheres nascidas, possam desfrutar da mesma liberdade que nós temos, pois ESTAMOS VIVOS, NÃO FOMOS ABORTADOS!

Assim, ante os fatos apresentados, nós que protegemos nossas crianças contra o aborto (desde a concepção), que protegemos nossas meninas, adolescentes e mulheres de estupros, perguntamos: 

FEMINISTAS, DE QUE LADO VOCÊS ESTÃO?

Referências:

Brasil, 28 de maio de 2016.

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