GÊNERO: O HOLOCAUSTO DAS NAÇÕES!


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL
Publicado em 23 de novembro de 2016

C
irculou recentemente nas mídias sociais a divulgação de uma Palestra  sobre Sexualidade (imagem em destaque) da Psicopedagoda e Pastora Isildinha Muradas, a ser ministrada na Igreja Batista Getsêmani, em Belo Horizonte. Pelo folder veiculado não se observa qualquer afronta a direitos e garantias constitucionais. Ao contrário: o que se observa é uma preocupação da comunidade religiosa em preservar seus frequentadores e fiéis de prática de vida que, não obstante deva ser respeitada, fere os preceitos religiosos daquela instituição.

O cuidado e o zelo com os integrantes de uma comunidade, neste caso, religiosa, estão protegidos nas garantias fundamentais da Constituição Federal (art. 5 - VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias). Assim, é inviolável a liberdade de culto (incluindo palestras e outros eventos litúrgicos) em instituição religiosa que aborde temas como a homossexualidade. 

É com intuito de preservar os fiéis destas escolhas de vida que, da mesma forma, muitas comunidades tratam de outros temas, como adultério, aborto, drogadição, adicção, prodigalidade, vícios diversos. Então, qual o problema de se falar sobre prevenção da homossexualidade? Nenhum, mas não para a OAB de Minas Gerais [1] e para os ideólogos de gênero que, após pressão social, conseguiram o cancelamento do evento

Para “a advogada Juliana Lobato, que é presidente da Comissão da Diversidade Sexual da OAB-MG, medidas judicias estão sendo estudadas em consequência da palestra.” Para a bacharel, “a igreja e a pastora receberão notificações extrajudiciais solicitando que cessem as práticas discriminatórias, sob pena de ações futuras”. Além disso, “a OAB deve se reunir com o Ministério Público de Minas – que recebeu inúmeras denúncias sobre o evento – para discutir possíveis sanções, desde o exercício ilegal da profissão por parte da pastora Isildinha, até por parte da igreja no que diz respeito aos direitos sociais básicos de todo o cidadão brasileiro, garantidos pela Constituição Federal.” Por fim, afirma a advogada que “haverá, também, uma reunião no Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos de Minas Gerais – CONEDH/MG – que discutirá a possibilidade de aplicação de multa por discriminação em virtude de orientação sexual”.

Notem a clara tentativa da OAB-MG de silenciar e impedir a realização de evento/culto numa Igreja, desrespeitando norma constitucional. As igrejas de Minas Gerais têm que representar perante o Conselho de Ética da OAB, pois estas entidades religiosas têm o direito de tratar sobre o tema homossexualidade em seus locais de culto. O local de realização da palestra é inviolável, sendo garantida sua proteção constitucional! E mais: conforme salienta a advogada sobre os direitos sociais básicos do cidadão brasileiro, os fiéis da Igreja Batista Getsêmani também não são cidadãos brasileiros com direitos sociais básicos de conhecerem do tema, até como forma de respeito às diferentes opções sexuais?

Mas vejam que a OAB que se preocupa em emudecer entidades que não se adequem à agenda gayzista, é a mesma OAB que não se pronuncia sobre evento de gênero para crianças promovido por Instituição Internacional [2]. O Evento, denominado Desafio da Igualdade, tem como meta “campanhas, ações e materiais de apoio para inserir a educação de gênero nas escolas do país todo.” 

Aonde está a OAB para solicitar ao Ministério Público que sancione os idealizadores do evento, pessoalmente, por desrespeitar Legislação Federal (Plano Nacional de Educação) e diversas legislações estaduais e municipais que baniram a ideologia de gênero das escolas públicas e privadas? Aonde está a OAB para solicitar a imediata remoção do vídeo promocional do Evento por infração ao Estatuto da Criança e do Adolescentes (ECA)? Aonde está a OAB para também solicitar que seja removido do site da Plan Internacional a propaganda do evento [3]? O que faz a OAB que não solicita ao Ministério Público Federal para impedir que tal Evento ocorra, por infração ao ECA (art. 4o), pois que a ideologia de gênero desrespeita a natureza biológica, a liberdade e a dignidade de nossas crianças? Por que tanta imparcialidade da OAB, em perseguir instituição religiosa mas não se pronunciar negativamente sobre Instituição Internacional (Plan Internacional) que desrespeita o ECA?

O gênero, a ideologia que está destruindo a natureza, a cultura e a peculiaridade de povos e nações, ao desrespeitar as leis de nosso país é a difusão maligna que corrói nosso presente e futuro. A OAB, o Ministério Público, a sociedade e as famílias têm o dever de proteger nossas crianças contra essa calamidade. Que nossos juristas, parlamentares e defensores da vida e da família, leigos ou não, recorram às entidades que defendem as Leis, para que façamos o ECA ser respeitado em todos as suas regras!

Referências:
Casa Luz
Casa Luz