O HOLOCAUSTO SEXUAL


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL

D
ois recentes posts publicados por este que vos escreve, em nosso perfil do Facebook, nos levaram a publicar esse artigo. O primeiro post trata da extinção da diferença dos uniformes escolares, masculino e feminino, em uma das mais tradicionais instituições escolares do Brasil: o Colégio Pedro II [1] e [2]. Agora, meninos também poderão usar saias. Antes dessa decisão, os alunos já poderiam utilizar o nome social na lista de chamada.

Este tradicional colégio, fundado em 1837 e que em suas salas de aula recebeu personagens consagrados da literatura, política e medicina brasileiras, como Pedro Nava, hoje insere-se no redemoinho não-científico da ideologia de gênero. 

simbólica mudança promovida pelo Colégio Pedro II tem imenso impacto na formação psicossocial destas crianças, que terão menos um símbolo da natural diferenciação de suas sexualidades inatas. É a tradição conservadora sendo engolida pela modernidade fluida do gênero. 

O segundo post complementa a difusa loucura da ideologia de gênero, agora nas telas do cinema. Ao invés de se denominar HOMEM pelo termo HOMEM e MULHER pelo termo MULHER, como manda a normalidade social, inova-se ao nos chamarem de cisgênero [3]. A confusão está lançada!

Lamenta-se que nossas crianças e adolescentes, mesmo que inocentes espectadores de cinema ou pueris alunos das escolas brasileiras, tenham que enfrentar esta loucura social. Como bem salientou um estudioso do tema ideologia de gênero, Fabiano Farias [4], os psicopatas de gênero não mais respeitam normas jurídicas e sociais, sendo os únicos a possuírem o destino sexual de nossos filhos. 

Mesmo em Estado em que se proibiu expressamente o ensino desta tresloucada “ideologia”, como o Ceará, os desvairados que defendem o gênero transpassam leis, autoridades e decisões parlamentares e, ao arredio da vontade do povo, continuam a desnudar a pureza de nossas crianças [5].

Em estrita semelhança ao caos manicomial ocorrido no Brasil em meados do século XX e retratado no livro intitulado O HOLOCAUSTO BRASILEIRO [6], a ideologia de gênero se apresenta como o nosso HOLOCAUSTO SEXUAL. Atingindo, indistintamente, desde crianças nos primeiros anos de vida até jovens, adolescentes e adultos, sem distinção de idade, o gênero, como experimento social empírico, produzirá uma geração de adoecidos emocionalmente, na desnecessária e frenética busca de sua sexualidade, ja naturalmente definida e de dispensável reafirmação.

Os casos acima apresentados fotografam momento social que nos relegará saudade do tempo em que era bem mais simples tratar de temas sobre nossa sexualidade, conceito simples e direto de entender, como tudo que é construído sobre a Verdade. O gênero, por outro lado, confunde e embaraça as mentes sãs, pois se funda na ilusão da desvairada anormalidade sexual. 

Para os ideólogos de gênero, o ser humano que reflete emocionalmente o sexo inerente à sua natureza desnaturaliza seus instintos. Com isto, estes carcereiros sexuais, com seus embustes ideológicos, tentam inverter os pólos naturais dos únicos sexos possíveis: o masculino e o feminino. A inversão da realidade pelos ideólogos de gênero desumaniza nosso povo, nossas crianças e adolescentes. Torna-os seres demenciados socialmente. Segrega-os no confinamento do seu corpo, não lhes permitindo usufruir de característica que lhe foi concedida durante seus primeiros dias de vida, no útero de sua mãe: seu sexo biológico.

O gênero, como prisão emocional desprovida de muros e grades, aprisiona a sociedade na infindável busca de sua categorização sexual. A ideologia de gênero, o nosso HOLOCAUSTO SEXUAL, remete ao confinamento e aos distúrbios psicológicos milhões de inocentes úteis que insanamente desconhecem o motivo de seu encarceramento mental. Dopados e lobotomizados por esta ideologia, nossas ingênuas crianças têm seu futuro guilhotinados por esta loucura social denominada gênero. Os que a promovem cometem, sem qualquer dúvida, crime de lesa-humanidade, devendo ser punidos severamente pelo Estado.

Já passa da hora da apologia a este HOLOCAUSTO SEXUAL ser tipificada como crime, assim como se faz com crimes semelhantes contemplados em nosso Código Penal (art. 287). Até quando restarão impunes os ideólogos de gênero, indivíduos execráveis em suas insanas tentativas de implantar este silencioso e prejudicial distúrbio social? 

Combater a ideologia de gênero é extremamente mais complexo do que uma guerra de trincheiras, pois aqui se enviam adultos para o confronto; lá, os ideólogos de gênero enviam para o front de batalha, como primeira linha de ataque, nossas crianças, relegando-as à morte mental prematura.

Até quando silenciaremos e seremos condizentes com tais atrocidades?

Referências:

Brasil, 20 de setembro de 2016.