O PT É A CULTURA DO ESTUPRO


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL

H
á indivíduos que têm a capacidade de criar naturalmente cenários fictícios, irreais, onde só a sua verdade impera e todas as demais verdades são rebaixadas à categoria da inverdade peremptória. Neste imaginável espectro criado, as provas materiais da verdade são de fácil questionamento e contraposição, mas o esforço intelectual para demonstrar sua incoerência originária é imenso, já que o cenário produzido induz a uma verdade abstrata, improvável, embora aceita pelos componentes deste cenário. Em suma: a verdade gerada, mesmo que inverídica, é aceita pelos que vivenciam o irreal cenário gerado e, qualquer verdade que se confronte a verdade ficticiamente criada, é tida como inverdade.

A cultura do estupro é a maior prova do que se colocou no início deste texto. De origem em mentes insanas, em sua grande maioria da esquerda brasileira, é uma irrealidade que beira à loucura. O cenário fictício que os partidos de esquerda (formados pelos indivíduos com as características descritas no parágrafo anterior) criaram sob o título de “cultura do estupro” é algo inexistente, irreal em nosso país. É mais uma criação ideológica maliciosa para dividir (mais uma vez!) a sociedade brasileira, entre "estes" e "aqueles", entre o "nós" e "eles". Assim, seguindo a mesma linha ideológica da cultura do ódio, criada pela esquerda nacional (e verbalizada pelo PT e por Lula), a cultura do estupro é mais uma artimanha comunista para dividir o povo, agora entre mulheres e homens. 

Para haver uma “cultura” do estupro, cada cidadão brasileiro deveria conhecer, entender e permitir tal conduta na sociedade, mesmo que aquela não fosse aceita, admirada, compartilhada ou permitida pela totalidade da sociedade brasileira. Para haver uma “cultura” do estupro, cada cidadão brasileiro deveria aceitar (ou pelo menos permitir) o ato do estupro como pertencente à natureza do povo brasileiro, à sua gênese, à sua história, aos seus costumes. O que se percebe, pelo contrário, é a completa aversão do povo brasileiro, de cada cidadão residente neste país, ao crime de estupro.

A “cultura do estupro” faz parte de uma guerra cultural que assoma a psicopatia. É mais uma peça movimentada no tabuleiro do jogo de poder. Mais uma vez se denota a sagacidade dos esquerdistas em tentar confundir a sociedade brasileira, invertendo o polo dos fatos, condenando cada cidadão brasileiro do sexo masculino como um propenso estuprador, um criminoso em potencial. Essa é a estratégia utilizada por essa escória social: a divisão e o ódio na sociedade. 

No entanto, crime maior é querer condenar, previamente, cada cidadão brasileiro honesto como um estuprador nato. Crime é ter-se a simples prova verbal da estuprada como prova material e cabal do crime, como assim entende o Superior Tribunal de Justiça (STJ). Crime é condenar um cidadão sem necessidade de outros meios de comprovação do fato, como por exemplo, o exame de corpo de delito.

Mesmo afastado do poder, o Partido dos Trabalhadores (PT) é a própria cultura do estupro. O PT estuprou o Brasil. O PT vilipendia, todos os dias, as crianças brasileiras nas escolas, ao ensiná-las sobre sexualidade, prostituição, promiscuidade, desrespeito aos pais. O PT molesta cada família brasileira ao desestruturá-la de seus valores morais, éticos, religiosos. O PT assedia, todos os dias, cada gestante deste país ao promover descaradamente o aborto. O PT ofende a honra de cada brasileiro, todos os dias, quando mente reiteradamente afirmando que nada soube e que não participou de qualquer crime contra o patrimônio público, destruindo nosso país, de norte a sul. 

O PT insulta a inteligência de todo brasileiro, ao criar e incentivar, diariamente, várias culturas paralelas: do ódio; do estupro; das drogas; do desarmamento; da corrupção; da ideologia de gênero; do desemprego; do enriquecimento de seus integrantes; do rancor; da mentira; da calúnia; da difamação; do assassinato de pessoas e de reputações.

O PT é a própria cultura DE SER CONTRA O BRASIL, DE SER CONTRA O POVO BRASILEIRO!

Brasil, 04 de junho de 2016.

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