ONU E A URGÊNCIA EM MATAR!


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL

Vezeira em exdrúxulas recomendações, a Organização das Nacões Unidas (ONU) é reconhecida mundialmente por agir perversamente sob o manto dos Direitos Humanos. Este instituto serve-lhe como nota de passagem a depender da harmonia da música ambiente. Se a intenção é implantar a cultura gay, a ideologia de gênero, a educação sexualizada e demais projetos destrutivos, usa-os em prol de minoria anarquista. Se o intuito é a implantação da cultura do aborto, os Direitos Humanos favorecem exclusivamente a mulher abortante, jamais o feto desprotegido. Nessa intransigente passada, esta Organização Internacional cujo propósito originário deveria ser defender a humanidade, destila seu veneno contra a própria gênese da humanidade: o ser em gestação. Matéria publicada hoje no Jornal Estadão [1] intitulada "Contra microcefalia, ONU pede liberação do aborto na América Latina" confirma o abordado. 

Utilizando-se dos costumeiros argumentos insustentáveis, a ONU solicita formalmente, através do seu Alto Comissariado, isto é, da cúpula da Organização, que TODOS os 21 países da América Latina, em especial mas não restritivamente, legalizem por completo a prática de abortos. Assim, a ONU utiliza-se de mais uma oportunidade endêmica para ab-rogar conjunto de diplomas normativos que defendem a vida desde a concepção, último sustentáculo a frear a sede dos pró-aborto pelo sangue de nossas crianças. A incoerente justificativa da ONU para a total legalização do aborto é a expressiva quantidade de gestantes infectadas pelo vírus Zika, embora já tenhamos abordado em outros artigos que não há qualquer comprovação científica mais robusta que certifique tal correlação entre Zika e microcefalia, sendo aquele uma das causas da doença.

Para o Alto Comissariado da ONU "a medida deve ser tomada em caráter de urgência". A frase pode ser reescrita nos seguintes termos: "devemos, urgentemente, matar a maior quantidade de fetos indesejados, como controle populacional eugênico". Operacionalmente, sugere o Órgão Internacional que "as leis que restringem o acesso a esses serviços sejam revistas em adequação com as obrigações dos direitos humanos, a fim de garantir o direito à saúde para todos". Mente descaradamente a ONU ao não informar que, na proposta, não há qualquer migalha de direitos humanos, nem qualquer resquício de direito à saúde a serem resguardados. 

Assassinar outro ser humano passou à catergoria de Direitos Humanos? Direitos Humanos que desprotegem e desumanizam o humano em gestação? A qual saúde a ONU se refere? Apenas à saúde da mãe? E a saúde e vida do feto? A vida não é bem jurídico mais importante que a saúde, pois sem aquela não há que se falar nesta. A que exemplar de saúde se refere a ONU se é sabido que grande parte das mulheres que abortam confrontam-se com diversos problemas de saúde e psíquicos após o aborto? Abortar é ato que, instantaneamente, aniquila dois direitos essenciais afetos ao ser humano: vida e saúde. 

Para outra porta-voz da ONU, "a solução não perpassa em impedir que as mulheres engravidem, mas sim, que se permita o aborto". Novamente, que direito à saúde é este que a ONU imagina perseguir? Direito à saúde de invadir e mutilar o corpo da mulher em um procedimento abortivo, ao invés de possibilitar gestação e parto naturais? 

Para finalizar o rol de atrocidades, a entidade ainda advertiu que "as legislações que proíbem ou restringem políticas públicas de acesso a serviços de saúde e procriação [...] estão em contravenção com o direito internacional". Contrariando toda a Ciência do Direito, o que afirma a ONU é que o Direito internacional passou a permitir a morte de seres humanos indefesos, através da hipócrita e farsante alegação do direito de procriação que, na realidade, é o direito a pôr fim à procriação. Em suma, quando estes organismos que se intitulam defensores dos Direitos Humanos enunciam o favorecimento ao aborto, abstenha-se de ter como verdade tudo o que dali para frente se ler ou ouvir, principalmente quando forem abordados os subtemas direitos reprodutivos, direito à saúde, direito das mulheres, direito à sexualidade assistida, direito à reprodução planejada etc.

Neste nebuloso momento em que negras forças atentam contra bem maior dado a cada ser vivo, os movimentos pró-vida devem refutar toda e qualquer desinformação propagada por qualquer organismo, seja nacional ou internacional. A ação de informar corretamente a população é o mínimo necessário para que os espaços sociais não sejam ocupados por frases soltas como petardos debeladores de vidas.

Fonte:

Brasil, 05 de fevereiro de 2016.

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