OPERAÇÃO DUPLO L


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL

A mais recente etapa da Operação da Lava Jato, denominada Triplo X, vem causando estardalhaço nos principais setores da esquerda, sejam os partidários dos desmandos promovidos pelo Partido dos Trabalhadores e toda uma base política de apoio, sejam os míopes que reiteram em afirmar que tudo o que já foi apurado são meras conjecturas da oposição, da elite branca dos panelaços, da burguesia. Tudo com o único propósito obsessivo de enjaular o chefe maior de toda a tramoia. Infelizmente, de obsessão nada há. 

A Polícia Federal, seguindo seus preceitos e deveres constitucionais, investiga crimes federais, dentre os quais a lavagem de dinheiro, a corrupção. Se os crimes alagam as páginas policiais dos mais importantes jornais do Brasil, a culpa é única e exclusiva de quem os cometeu em série, insaciavelmente. Os seguidores da esquerda acima apresentados tentam colocar os culpados no papel de vítimas, e as vítimas (toda a sociedade) e a Política e a Justiça Federal como culpados. Obsessão, sim, há nesta tentativa de inversão dos papeis.

Objeto alvo da Triplo X, um suntuoso apartamento situado na praia do Guarujá outrora chamado de “muquifo”, ainda não teve o seu legítimo proprietário definido. Ainda! As provas insinuam que vincular empreiteira ou offshore à propriedade do imóvel é meio ardil para desvirtuar as investigações sobre o real proprietário e possuidor do imóvel, afigurando-se a efetiva possibilidade de ter ocorrido o cometimento dos crimes de lavagem de dinheiro e de ocultação de patrimônio. Tudo a ser esclarecido pela Polícia Federal, sob os cuidados e controles da Justiça Federal, no tempo certo.

Enquanto não se descobre o autêntico e fidedigno proprietário e visitante do “muquifo do Guarujá”, mais de 4.000 famílias que investiram na Bancoop continuam sem receber seus devidos “muquifos”, com cota ou sem cota, declarados ou não à Justiça Eleitoral. E nem se vislumbra qualquer manifestação do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) em defesa destas milhares de famílias. A única obsessão que se apercebe claramente é a aventura ensaiada de, a qualquer custo, desviar do centro da Operação o real (ou reais) proprietários do Triplex do Guarujá, vulgo "muquifo".

Se há em curso fervorosas e bem patrocinadas forças a rejeitar e tentar desacreditar a etapa intitulada de Triplo X, alertamos a estas forças que respirem aliviados, pelo menos por enquanto, pois a próxima etapa da Operação Lava Jato poderá ser denominada de Duplo L. Aí sim, o cerco estará fechado, e muitos outros ˜muquifos” poderão surgir inesperadamente, no Brasil e no Exterior.

A justiça brasileira não almeja contaminar quem quer que seja, pois mais contaminados estão todos os brasileiros, seja pela corrupção esquerdista, seja pelo vírus Zika…

Brasil, 07 de fevereiro de 2016.
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