PÓDIO DOS HORRORES


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL

A
mais sonora ladainha política dos últimos meses é a claudicante e inconclusa PROVA DO IMPEACHMENT. Quem será o primeiro agraciado? Dilma ou Cunha. Nessa disputa de golpe pra lá, golpe pra cá, não só enfadonha-se o povo brasileiro, mas também enjoa-se de um presente que já deveria ser passado. Nesse ínterim, recorre-se a ONU, a OEA. Só não se recorre a Deus, porque comunista pronunciando a palavra de Deus ou é blasfêmia sórdida ou é prenúncio de prisão. Afora os risonhos, vergonhosos e estupefacientes atos falhos da chorosa bancada esquerdista, vulgarmente conhecida como "bancada da chupeta", perde o país com toda essa lenga-lenga.

Mais atroz nisto tudo não é a defesa técnica e jurídica, pura e simples, de uma acusada no poder. Dilma, ré indefensável, é mera marionete de uma vigorosa agenda destrutiva da esquerda, em andamento. O que mais constrange é esta mesma esquerda carcarejar por uma profunda e histórica "honestidade" de sua par investigada no processo de impeachment, mas não apresentar à população, de modo claro, as consequências de sua agenda política. Esta agenda envolve a legalização do aborto; a legalização das drogas; a legalização dos jogos de azar; a sexualização de crianças na escola; a destruição das famílias, do casamento e das igrejas; a criminizalização da educação dos filhos por pais e mães; o financiamento de ditaduras; o desarmamento da população. Sobre este ponto, apenas um parêntese: é de se estranhar que um conservador defenda o desarmamento populacional, sabendo que este item é ponto crucial na agenda da esquerda, a mesma que quer educar seu filho sobre homossexualidade e prostiuição. Fecha-se o parêntese.

Eduardo Cunha deve ser severamente punido, se comprovado seu envolvimento no desvio de exorbitante quantidade de dinheiro público, para satisfazer necessidades pessoais e de sua família. Para ocultar esses benefícios, Eduardo Cunha é acusado de comprar o silêncio de seus pares. Dilma Roussef, do mesmo modo, deve ser devidamente punida, por suas irresponsabilidades no cargo máximo do Executivo. Para ocultar sua trama, Dilma é acusada de harmonizar culposamente com o silêncio de seus asseclas. 

Porém, mais pérfido que os dois, é a ampla maioria da esquerda nacional e de seus parceiros criminosos, que durante os últimos 13 anos surrupiaram os cofres públicos, beneficiando toda uma cadeia (im)produtiva da corrupção. Para perpetuação dos delitos, o projeto de poder socialista comprou a dignidade do povo brasileiro, em suaves prestações pecuniárias, convertidas em bolsas, seja a família, seja a escola, seja a gás, seja a presidiário. A dignidade do povo brasileiro, impensável de ser vendida, foi comprada com dinheiro dos não-vendidos. Nunca antes na história deste país viveu-se momento tão horripilante ao qual nos debruçamos agora. 

Neste cenário nebuloso, a medalha de bronze, na categoria irresponsabilidade, não poderia ser destinada à outra pessoa que não a Dilma Vana Roussef, a eterna ex-guerrilheira comunista. A medalha de prata, obivamente, vai para Eduardo Cunha, que na categoria de atuação criminosa e desvio de dinheiro público é amplamente acusado pela Justiça Federal, recebendo pontuação condizente com o prêmio recebido. Mas a medalha de ouro do crime-social tem destino certo. Essa "honraria" vai para todos aqueles que, em detrimento do poder concedido pelo povo, perpetuam a agenda esquerdista em nossa nação, destruinda-a diariamente. Em nenhum momento na longa caminhada de nossa nação alcançou-se o recorde de devastação moral que vivemos, com profunda inverão dos valores tradicionais. Chega! Essa trupe esquerdista tem que ser arremessada para fora dos postos de poder. 

Mas enfim, caros leitores, o pódio dos horrores está formado. Pena que muitos dos espectadores da prova não consigam compreender os reais motivos que levaram os concorrentes à plataforma de premiação. Só enxergam os resultados, mas não percebem os traiçoeiros meios utilizados pelos agraciados para a conquista de suas medalhas.

Brasil, 12 de agosto de 2016.