ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS AMERICANAS: NÃO HÁ SEGUNDA OPÇÃO!


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL
Publicado em 06 de novembro de 2016

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O artigo de hoje é direto: não há segunda opção às eleições americanas que não a escolha decisiva e uníssona pelo candidato Donald TrumpOs motivos políticos, econômicos e sociais por trás da primeira assertiva deste texto são extensos. Entretanto, iremos frisar em apenas três aspectos que eliminam qualquer possibilidade (mental que seja!) de um mandato de Hillary Clinton a Casa Branca: aborto, gênero e islamização dos EUA.

E mais direto ainda: se o leitor é contra a prática do aborto deve ser totalmente contra Hillary Clinton. Em recente escândalo investigado pelo FBI [1], a Fundação Clinton é acusada de participar, em conjunto, com a maior rede abortista dos EUA (Planned Parenthood) na expansão da prática do aborto em todo o mundo. Segundo as investigações, a Fundação Clinton “trabalha para promover e expandir o aborto em países do terceiro mundo, em parceria formal com a Planned Parenthood”. 

A Fundação Clinton [2] foi fundada em 2002, e já no ano de 2012, a Clinton Health Access Initiative (departamento da Fundação Clinton) iniciou uma parceria com a Planned Parenthood para ajudar a distribuir contraceptivos a jovens, além de promover serviços de saúde sexual e reprodutiva, especialmente na África e na América Latina. Serviços “sexual e reprodutivos” são, na realidade, medidas para promoção do aborto, contracepção, além da educação sexual de crianças e planejamento familiar [3]. 

Como observado, se Hillary for eleita Presidente do EUA, a Planned Parenthood irá aumentar seus lucros durante o seu Governo, ampliando o assassinato de bebês, não só nos EUA, mas também no Brasil. O que se sabe é que o “Presidente Obama foi um dos presidentes que mais apoiou o aborto na história dos EUA, mas uma administração Hillary Clinton seria muito superior” ao praticado por Obama.

Na mesma direção, se o leitor também é contra a ideologia de gênero, deve ser fortemente contra qualquer possibilidade eletiva de Hillary Clinton. Hillary, com o apoio da Fundação que leva seu nome, apoia diretamente a implantação da ideologia de gênero, tendo um projeto específico para tal agenda: PROJETO NÃO HÁ LIMITES [4], em tradução literal do inglês. Se o leitor quiser conhecer mais sobre as consequências desastrosas da ideologia de gênero, há aqui neste site diversos artigos analisando tal tema, onde convidamos o leitor a verificar tal conteúdo. 

O gênero, como uma das principais bandeiras de Hillary e do Partido Democrata, é a mesma ideologia que implanta banheiros unissex nas escolas americanas, sob a estreita supervisão, concordância e patrocínio do Governo Obama. O gênero, como o mais caótico mal social da atualidade, combatido por ferrenhas forças dos movimentos pró-família, será ampliado no Governo Hillary, destruindo o que resta de sanidade em nossa civilização.  O que se conclui, neste ponto, é que não podem caminhar na mesma via a luta contra a ideologia de gênero e o apoio, mesmo que indireto, à candidata democrata.

Por último, mas não menos importante, o apoio declarado de Hillary para a imigração de muçulmanos nos EUA. Adotando esta perigosa política imigratória, Hillary agirá para corroer internamente a estabilidade de uma das mais sólidas democracias do planeta, transformando o território americano no caos em que muitos países da União Europeia enfrentam na atualidade (vide o caso da França!) [5]

Deste modo, reiteramos que não há segunda opção de escolha nas Eleições Presidenciais Americanas. Alegar que uma vitória de Trump poderia desencadear uma Grande Guerra é especular com o improvável. No infortúnio de uma nova guerra se concretizar, nunca é demais relembrar que os regimes socialistas, da qual Hillary é ferrenha apoiadora [6], foram responsáveis pela morte de mais indivíduos do que todas as Duas Grandes Guerras Mundiais juntas. 

Da mesma forma, alegar que não se pode eleger um Presidente que apoia o armamento civil da população alegando que “armas matam”, é beirar a imprudência. Pesquisem os índices de criminalidade nos EUA (um dos países com maior quantidade de armamento por cidadão e menores índices de criminalidade) e comparem com os mais recentes índices de criminalidade no Brasil, com quase 60.000 mortes anuais [7]. Concentrar posicionamento negativo em Trump somente pela questão das armas não é honesto, pois as pautas de aborto e gênero são incomparavelmente mais perniciosas e assassinas do que a questão das armas.

Vistos estes pontos, apresentar ao público brasileiro que as Eleições Americanas pouco interferem politicamente no Brasil não condiz com a realidade dos fatos. Se Hillary for eleita, os movimentos pró-morte brasileiros, especialmente, continuarão a obter apoio indireto das Fundações Americanas, que terão o estamento burocrático a seu favor, durante longos quatro anos. Se Hillary eleita for, os ideólogos de gênero continuarão sua batalha social de sexualização promíscua de nossas crianças.

Hillary não é uma opção para os que defendem a vida e a família!

Referências:
Casa Luz
Casa Luz