UMA NOVA CHANCE À EDUCAÇÃO BRASILEIRA


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL

N o dia 03 de maio de 2016 foi lançada a segunda versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) [1], confeccionada ainda com resquícios ideológicos do Governo comuno-petista. A BNCC é o documento modelo para orientar os sistemas educacionais na elaboração de suas propostas curriculares. Em outros termos, este documento-base serve como modelo de referência às escolas, principalmente as que contemplam o ensino fundamental, ou seja, com crianças a partir de 6 anos de idade.

Elaborada sob a égide de um governo esquerdista-radical, como não poderia ser diferente, a nova versão da BNCC traz inúmeras referências à ideologia de gênero, orientação sexual e diversidade como princípios norteadores desta política pública educacional. Mas vejam: estas referências são elevadas a direitos de aprendizagem e desenvolvimento, especificamente de crianças. Agravando o cenário, o texto-base da BNCC traz 334 referências ao termo gênero, sempre vinculadas a outros termos que lhe dão suporte, como: discriminação; identidade; pertencimento; reconhecimento; valorização; diversidade.

A primeira versão da BNCC, com suas diversas inconsistências técnico-metodológicas, trazia poucas referências ao termo gênero. Com esta nova versão, o governo petista e os comunistas (des)educadores destilaram todo o seu repositório de veneno para introduzir, a contragosto da sociedade brasileira, a ideologia de gênero e suas malfadadas consequências educacionais às famílias brasileiras. 

Uma destas consequências é a educação de crianças e adolescentes para a homossexualidade, promiscuidade, prostituição, aborto. Esta última consequência é comprovada pela participação, na segunda versão da BNCC, da pesquisadora Débora Diniz, no tema Direitos Humanos, na área específica de Temas da Diversidade. Débora Diniz é reconhecidamente uma abortista [2], agora formalmente participante da elaboração de conteúdos que serão ministrados a nossas crianças, em mais tenra idade, por professores ideologicamente abortistas ou condescendentes com a causa pró-aborto.

Nossa atual educação pública, em geral emburrecedora em sua gênese, é mais uma vez atacada com a segunda versão da BNCC, recheada de ideologismos e retrocessos. Mas há uma possibilidade de tal atrocidade ser revista. O Presidente Temer, em seu governo que se inicia, nomeou o Deputado Federal Mendonça Filho (DEM) como Ministro da Educação [3]. Filiado a partido não esquerdista, ao menos ideologicamente, Mendonça Filho tem obrigação moral de rever por completo tal documento, assessorando-se de educadores, intelectuais e juristas conservadores, de modo a transformar um documento ideológico-esquerdista em documento neutro, sem ideologias, resguardando os valores morais e éticos de ampla maioria da sociedade brasileira.

Aprofunda essa urgência o notório conhecimento de que diversos Planos Estaduais e Municipais de Educação fizeram referência direta à BNCC, mesmo que sem referência direta à ideologia de gênero. Assim, embora alguns desses planos tenham sido aprovados sem referência direta à ideologia de gênero, se o fizeram com referência à BNCC, a sociedade continua desprotegida, pois professores e diretores ideologizados se utilizarão de tal documento-base (BNCC) para elaborar propostas curriculares com referência aos temas citados acima.

O Governo petista, em suas derradeiras ações, pesou sua foice e machado sobre as famílias e as crianças brasileiras, na eterna tentativa de destruí-las. Sabidamente como base de sustentação da sociedade, estas instâncias sociais foram perseguidas durante mais de uma década pelo governo petista que, ao sair de cena, não desperdiçou a oportunidade de enfraquecê-las.

O monstro que ora se revela, a segunda versão da BNCC, deve ser completamente revista pelo novo Ministro da Educação Mendonça Filho (DEM), como passo inicial para salvaguardar a família e as crianças brasileiras.

É isto que esperam todos os brasileiros para o novo Governo Temer: uma nova chance à educação brasileira.

Referências:

Brasil, 14 de maio de 2016.

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