POLÍTICA, JUSTIÇA E EDUCAÇÃO: PARA COMBATER O GÊNERO


Autor: CRÍTICA POLÍTICA BRASIL
Publicado em 19 de fevereiro de 2017

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Gender Mainstreaming, como um conjunto de estratégias políticas para a implantação mundial da Ideologia de Gênero, está em curso. Como afirmam os ideólogos de gênero: “o gênero está acontecendo”. Não há escola, universidade, empresa privada, repartição pública, instituições políticas, meios de comunicação (jornais, revistas, canais de TV) que não aderiram ao gênero, em menor ou maior grau. A Revolução Social do Gênero, que engloba a Revolução Sexual e a Desconstrução de Valores, Normas e Costumes tem que ser combatida. Mas como começar?

A POLÍTICA nos apresenta um dos meios mais abrangentes pra o combate ao gênero. E neste ponto se aborda a POLÍTICA em sentido estrito, de política partidária. Somos um contingente extremamente numeroso de eleitores contrários à Ideologia de Gênero, mas por que nossos desejos não se refletem nesse campo de atuação e esta Ideologia avança em todos os setores da sociedade? Resposta: muitos estão desinformados! Para tentar remediar este ponto, falaremos sobre Educação mais à frente neste artigo.

Mas no campo da POLÍTICA, nossa ação em pleitos eleitorais deve ser o de APOIAR E VOTAR EXCLUSIVAMENTE EM CANDIDATOS QUE NÃO ACEITEM, SOB QUALQUER HIPÓTESE, A IDEOLOGIA DE GÊNERO E SUAS NUANCES. É a reconhecida ocupação de espaços políticos. Sendo maioria em Câmaras e Assembleias, nos Estados, Municípios, e no Congresso Nacional, estes parlamentares barrarão as propostas e votações que enfeixam a ideologia de gênero em seus textos. Foi assim com o Plano Nacional de Educação e em diversos Planos Estaduais e Municipais de Educação, quando conseguimos evitar a inserção da Ideologia de Gênero. Mas muitos outros projetos virão. Não podemos descansar.

Do mesmo modo, em ações mais urgentes, devemos dar todo o suporte aos parlamentares já eleitos e que são contrários à Ideologia de Gênero, apoiando-os e nos prestando ao serviço de cidadania na defesa de nossos pares. Da mesma forma, e em sentido amplo, em cada oportunidade que se apresente, que façamos nossa política do esclarecimento, como “ferramenta de discernimento” da população desavisada e alheia aos riscos, impactos e malefícios dessa nova teoria de engenharia social mundial.

O campo da JUSTIÇA é outro espaço que se mostra efetivo na aliança em defesa da sociedade. Cada afronta e desrespeito (público ou privado) e ataque contra os institutos humanos históricos, como a família, devem ser reparados mediante processo judicial. Precisamos reverter a formação da jurisprudência que se está construindo em nosso país. Qualquer sinal de efetivação de aspectos da Ideologia de Gênero que confronte nossa legislação, como a (homo)sexualização precoce de crianças. A sexualização de crianças afronta o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), sendo CRIME, devendo desencadear um processo judicial correspondente. Precisamos do apoio de Defensores Públicos, Promotores de Justiça, Procuradores de Justiça e Juízes na defesa desta causa. Precisamos construir associações de autoridades públicas em defesa dos reais e naturais Direitos Humanos, da proteção de nossas crianças e adolescentes.

Por último, mas não menos importante, uma das principais linhas de combate à Ideologia de Gênero passa pela EDUCAÇÃO. Na EDUCAÇÃO algumas estratégias prioritárias devem ser seguidas: conscientização de jovens e adultos, através da disseminação de congressos, simpósios e palestras sobre o tema. Com essa estratégia, apresentamos de forma objetiva a dimensão da Revolução Social do Gênero e seus impactos nas pessoas e nas famílias. Uma segunda estratégia é a ocupação de espaços nos meios acadêmicos, seja na publicação de conhecimento, pesquisa e apoio a estudantes que queiram estudar o tema e suas consequências negativas. Temos que apoiar estudantes dos Municípios e dos Estados, principalmente, incentivando-os a produzir conhecimento contrário à Ideologia de Gênero.

Cada combatente desta Ideologia deve, sem titubear, apresentar a tragédia que está sendo implantada por uma máscara de equidade e liberdade que é o gênero, mas que guarda (por trás da máscara) um futuro aterrador e caótico à humanidade. Ao final desse artigo listo alguns obras que vão lhe conceder um conhecimento geral sobre o tema.

As estratégias de combate à Ideologia de Gênero passam por apoio e investimento público amplo nessa causa. Por que são direcionadas volumes gigantescos de recursos oriundos de taxas e impostos dos cidadãos para a implementação das estratégias da Ideologia de Gênero e não se observa, em mesma quantidade, esses valores sendo direcionados para o combate à essa Ideologia destrutiva?

A rede foi lançada ao mar. A preservação de nossas famílias depende do nosso esforço, por menor que seja, no resgate de cada indivíduo que propague esta Ideologia, muitos deles no desconhecimento da realidade que os cerca.

Bibliografia Básica:

BONNEWIJN, Olivier. Gender, quem és tu? – Sobre a Ideologia de Gênero.  São Paulo: Ecclesiae, 2015.
CONNELL, Raewyn. Gênero: uma perspectiva global. São Paulo: nVersos, 2015.
KUBY, Gabriele. The Global Sexual Revolution: destruction of freedom in the name of freedom. Ohio: Angelico Press, 2015.
MISKOLCI, Richard. Teoria Queer: um aprendizado pelas diferenças. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2015.
PEETERS, Marguerite A. O gênero: uma norma política e cultural mundial: ferramenta de discernimento. São Paulo: Paulus, 2015.
SCALA, Jorge. Ideologia de Gênero. São Paulo: Katechesis, 2015.

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